Com este blog pretendo divulgar a minha aldeia, as suas actividades quotidianas, monumentos e tradições...
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Diário de Uma Vindima 2
Além de lavar as pipas, um lagar bem limpo, onde despejar as uvas, também é condição necessária para fazer um bom vinho.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Diário de Uma Vindima 1

Após ter conseguido que as pipas fiquem devidamente vedadas deve-se passar à limpeza das mesmas. Com uma escova e muita água são lavadas até que a mesma saia clara e límpida. É este um dos segredos da fabricação do bom vinho. Em caso de dúvidas utiliza-se detergente próprio para estas vasilhas de madeira e assim evitar sobressaltos quando se for provar o vinho.
Diário de Uma Vindima
Para a preparação do vinho é necessário um conjunto de preparativos que muitos não conhecem ou esquecem e são fundamentais.
Quem utiliza a forma tradicional de fabricar o vinho necessita começar pela preparação das vasilhas. Assim, alguns dias antes de guardar o vinho ( cerca de duas semanas) deve começar por inchar as pipas ou tonéis regando-os por fora e deitando-lhe água para dentro, logo que eles a suportem.
Quem utiliza a forma tradicional de fabricar o vinho necessita começar pela preparação das vasilhas. Assim, alguns dias antes de guardar o vinho ( cerca de duas semanas) deve começar por inchar as pipas ou tonéis regando-os por fora e deitando-lhe água para dentro, logo que eles a suportem.terça-feira, 2 de outubro de 2007
Fazer a jeropiga
Como não costumo gastar toda a jeropiga que faço, após a nova vindima, é necessário limpar o pipo guardando a sobrante em garrafões.
Enxagua-se o pipo e coloca-se novamente no lugar onde vai ficar mais um ano.
Em seguida passa-se à fabricação propriamente dita.
No lagar, no dia a seguir à vindima, ainda o mosto não começou a ferver ou está quase, arreda-se o bagaço para o lado por forma a criar um pequeno lago onde se coloca um cesto de vime ou um coador para melhor tirar algum mosto, quase sem "bagulhos", que vai deitar-se no pipo.
A meio do enchimento adiciona-se o bagaço, da melhor qualidade. Por fim continua a deitar-se mosto até encher o pipo.
Para que a jeropiga fique boa há que respeitar o "traço". Eu gosto de fabricar a dita cuja a dois por um (dois litros de mosto por um de aguardente). Outros há que preferem fazer 3/1 para ficar um pouco mais fraquinha. Depende dos gostos e a quem se destina.
Passado algum tempo (um mês) já temos jeropiga nova para acompanhar as castanhas!
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Mário Martinho publica o seu 1º romance!
Sendo este blog um meio para divulgar as tradições e a actualidade da Freineda, não podia deixar de referir um acontecimento que, quer queiramos, quer não, é merecedor de referência, entre outras razões, pelo pouco usual na nossa terra: a publicação de um romance por um nosso conterrâneo. E, estou certo, mais razões haverá para o publicitar quando podermos lê-lo.
O romance chama-se "A Reencarnação de Jesus" e será publicado ainda este mês de Outubro.
Para saber mais, consultar este link.
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Alminha do calvário
Na Freineda este património de cariz religioso existe no Caminho do Calvário, junto ao mesmo, no lugar do mesmo nome. Portugal é o único p...
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Ontem foi dia de fazer a minha jeropiga para este ano. Ficam os retratos do nosso amigo António José que ajudou a fazê-la.
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